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Mademoiselle Cochon
Uma mente perturbada?
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sábado, 21 de janeiro de 2012
Por que isso ainda me incomoda? Por quê? É como uma lembrança que se alimenta com o tempo. Cada vez mais o tempo passa e eu penso que essas memórias nunca deixarão de ser meras recordações... E por que isso me machuca tanto? Por que não consigo ver a vida passar sem olhar para trás e sentir, de certa forma, culpa, medo, tristeza, vontade de voltar no tempo? A ansiedade consome as minhas entranhas a tal ponto que quero me recolher, me envolver em meus próprios braços e esquecer de que estou ali, de que há coisas a fazer, de que há vida para viver. Malditas lembranças que quanto mais se empoeiram mais me dão vontade de desenterrá-las. Quer dizer que se tudo fosse como antes eu estaria feliz? Ou isso é puro egoísmo de nunca me satisfazer com o que eu possuo? Talvez eu não preste atenção nas coisas ao meu redor, talvez eu não tenha chegado onde eu quero, talvez, talvez... O futuro nunca me pareceu tão vazio. E desta vez não são pensamentos baseados em sentimentos descontrolados... Desta vez as coisas viraram um novelo de problemas "adultos" e "reais"... E eu não sei mais como proceder. Here is a lullaby to close your eyes... goodbye It was always you that I despise I don't feel enough for you to cry... oh my Here's a lullaby to close your eyes. Marcadores: antiga, desabafo, think, velhos sentimentos
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terça-feira, 11 de maio de 2010
Algo Novo à Noite
Quantos corações irão morrer esta noite? E quando eu voltarei a te ver? Por que as respostas sempre doem tanto? Logo me resseco, dos olhos ardentes, da respiração funda. Onde tudo que é meu, torna-se vago, e torna-se inútil. Por que tudo tem que ser tão sensível e a sensibilidade tão dolorosa. Por que não posso conter meu coração nas horas de aperto, onde a razão deveria manipular meus atos. E logo eu, que sempre lutei por isso, que achei tê-lo conseguido. E logo tudo isso, tão estranho, tão difícil. E logo por alguma coisa que eu já não sei o que. Apenas me faz brilhar os olhos e não suporto viver sem, mesmo tendo vivido sempre nessa ausencia. Então já não sei. Não sei o que fazer, o que sentir, ou o que pensar... só quero ficar por perto das coisas que me fazem feliz e aquecem meu coração. Mesmo que estas coisas também tragam muita dor.
Tentarei seguir a voz do meu coração.Marcadores: desabafo, novo, romance
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terça-feira, 23 de março de 2010
Romance?
Daquele romance de flores, troca de olhares tímidos, pique-niques num fim de tarde, como fomos parar nesta pegação sem começo nem fim, sem sentido de ir e vir. Morto em sentimento. Como podemos ter regredido ao ponto de matar o romance, de deixar suicidar os sentimentos. Hoje em dia o garanhão FILHO DA PUTA que usa de traição com suas namoradas é apenas mais um entre a maioria que podemos encontrar em qualquer canto de esquina, e que até ajudamos sem saber nas famosas baladas onde a "pegação" rola solta. Eu como mulher, romântica, orgulhosa com amor próprio vomito só no pensamento de entrar numa vida onde haja esse tipo de relacionamento, que nem relacionamento é, é como ir dormir no sofá e acordar de um sonho enrolado, pouco lúcido e depravado. Se me acham de pensamento antigo, nasci assim, acho difícil mudar, então se quiser um bom bate boca, venha com argumentos bem fixos, pra conseguir aguentar a metralhadora que te aguarda. Para trocar a sensação da muher mais linda do mundo, de ser BEM tratada, respeitada, admirada e desejada por uma sensação de ser mais uma na lista de um desconhecido, nem a bebida me faz entender isso. Chamo isso de mulher burra - não só mulher, mas não nasci com os equipamentos certos para pôr-me no lugar de um homem -, sem amor próprio ou vagabunda. Tentar sair destas três conotações é difícil, para mim. Nem bebida, nem depressão me convencem do contrário. Até acredito em mulher fraca, porque não consigo entender o que não sou, torna-se uma questão de crédulo, o que é muito subjetivo. Perdi-me no raciocínio. (risos)
"Kiss him, stay with him tonight. But I bet he won't ever love you. He won't even care about you" OBS: Eu sei que a revolução feminista também levou-nos a muitos bons ganhos. Critico da forma que homem trata as mulheres e a forma que as próprias se deixam tratar.Marcadores: antiga, desabafo, retrô, revolução feminista, romance, vintage
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terça-feira, 2 de junho de 2009
Se Joga!!!
É tão fácil julgar. É tão fácil apontar um culpado. Mesmo quando em grupo, há sempre aquele que toma como suporte do restante, para que o erro não seja mais considerado do todo, mas sim aquele em que foi posta uma confiança superior. E é muito fácil achar a quem culpar, não precisamos ir muito longe, encontramos a nós mesmo sendo usados e usando de suporte para ou por. Não que aquele seja uma vítima, não que aquele seja um coitado apontado no meio da multidão, este também obtem sua parcela de culpa, porém sem qualquer direito de questionamento, pois é silenciado por argumentos mais fortes, unidos pelo grupo. E logo se cala até mesmo pela remediação, e não quer mais auto-criticar-se ... e aí volta a ser julgado, pois não viu seus erros, não os admite. Mas quem não os admitiu em primeiro lugar? A fim de suprir nosso ego e superioridade como seres humanos, escolhemos um membro fraco da alcateia para servir-no, caso falte a carne do alce para nos suprir. Animalescos como somos, todos estamos sujeitos à carnificina, ao canibalismo, ao cruel e porque não, crucial. Aquele que é apontado como culpado, que torna-se vítima, que absten-se da culpa, que já não vê meios para os fins; Apenas fins. E é assim que começa, numa sala de aula, escolhendo o solitário para ser castigado e carregando toda culpa... qual a diferença destes seres humanos para os políticos, para os donos de escravos? O que são eles se não exatamente isso? E quem tem a maior parcela da culpa? Alguns nasceram inoscentes, mas outros não. Como saber diferenciar? É por isso que há todos estes canalhas soltos por aí. E é por isso que há tantos inoscentes morrendo em vão. E é por isso que continuamos escrevendo essas coisas. E é por isso que somos humanos.Marcadores: desabafo, humanos, kill us all
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segunda-feira, 11 de maio de 2009
Live Life
Breath air. Somehow I know I'm gonna get there!
Isto não é pra sempre, então me diga: Como você está se sentindo? Porque eu estou aqui, tentando, por mais que nada esteja dando certo, ainda estou aqui, colocando em risco tudo, vivendo todos os meus sentidos a cada instante. Talvez não seja isto que você esteja procurando, mas eu estou no meu auge. No auge da euforia, no auge da depressão. Com a raiva e a paixão à flor da pele, e nem penso em ser tirada disso tudo - não pense que por eu estar chorando eu fui infeliz, nem perto, eu apenas não quero deixar nada que eu sinta pra dentro (sabendo até que nem consigo). Mesmo que você não possa me acompanhar nessas minhas épocas imprevisíveis, impulsivas e completamente sem futuro (risos), talvez nem queira, eu estarei por aí e quando me chamarem pra sair eu estarei lá pronta pra uma festa (o que eu conheço como festa); Rindo, falando alto, - falando besteira - dançando, mandando todo mundo à merda caso necessário, não dando a mínima pra quem quiser me ver mal, ou que acha que eu mereça isso, só eu (e talvez deus, mas eu ainda não sei bem o que é deus pra mim) sabe o que vai me fazer feliz, o que eu preciso pra viver, ou melhor, o que eu quero pra viver; Que não é alguém, nem ninguém, são TODAS as pessoas que passaram, ou permanecem significantes em minha vida, são as pessoas que me fizeram apaixonada. Todas elas, amigos, professores, ídolos (mesmo aqueles que nem imaginem a minha existência), amores, bixinhos de estimação - até mesmo aquelas pessoas que eu apenas sonho em conhecer, pessoas na qual me mostrem o outro lado das coisas-, meus mestres, até mesmo meus inimigos. Amo-os todos e desejo poder um dia agradecer a todos, mas sei que isso será bem difícil... e até mesmo desnecessário. Afinal, basta EU saber o quanto significam pra mim. Afinal, basta EXISTIREM em minha vida... ...bastaria apenas ao meu lado estar.
Marcadores: amigos, amor, desabafo, I love you
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terça-feira, 28 de abril de 2009
Eu Preciso Ser Forte.
Mas eu tendo a fraqueza. Não por natureza, mas pois este é meu tempo de imaturidade, na qual eu fui posta em testes e obriguei-me a amadurecer - mas agora sei que isso nunca foi minha obrigação, e sim sua de entender-me e suportar-me pela decisão que tomou. Por isso me sinto tão maleável, como numa corda bamba que eu ameaço a queda, tentando manter o equilíbrio - mas, para isso, é necessário técnica, treinamento, e eu sou muito nova, não tive tanto tempo - e tudo por causa de meu castelo que foi feito alto e rápido, sem base, sem qualidade. De que adianta então eu evoluir se não conseguirei dar conta do que há lá encima? Ah, mas agora já é tarde, está tudo como está, e minha instabilidade é obra desta construção de amador que quis dar uma de profissional. Talvez por isso eu necessite de um apoio, de um suporte, para equilibrar minha construção lá embaixo. Por isso sinto-me incompleta apenas comigo mesma, querendo sempre alguém por perto - já não dou conta de meus pensamentos, que são tantos, de todos os lados, e todo o tempo. Sufoco-me com meus argumentos, e prendo o choro. Não deveria, mas não quero mais chorar. Já fiz demais, e ainda faço - obra de minha sensibilidade aguda! - porque quero fortalecer-me e quero criar independência. A dependência em distração já tornou-se irritante, o nervosismo consome tudo nos momentos de solidão. E nervosismo de quê? Insegurança. Insegurança de quê? De não estar apenas sentindo-me solitária, mas de realmente estar. Colo só ajuda se for o tempo todo. Conselhos só deixam-me mais confusa comigo mesma e meus argumentos. Distração me tranquiliza, mas logo vem alguma questão. Enfim, é um ciclo, e a solução é simples demais, na qual até uma criança iria entender. A questão é que até chegar à solução... há muito o que fazer.Marcadores: amigos, amor, desabafo
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sábado, 18 de outubro de 2008
Conclusão em Andamento!
Quantos encontros eu tive até realmente começar a procurar o que eu quero. As pessoas na qual eu dizia serem nada para mim, na verdade era eu que não fazia coisa alguma por elas. Enfim, inverti esse tabuleiro, quero jogar do lado das peças que correm atrás, e não daquelas que, como era eu anteriormente, permanecem na defenciva. Mas quem comanda estas peças sou eu mesma, e agora que estou avançando cada casa até chegar ao rei. Ainda há insegurança, ainda temo a frustração, mas foi ficando solitária que percebi os nossos objetivos todos tem a mesma porcentagem de dar errado; a diferença é o seu empenho para obte-los. A questão é que com relacionamentos o assunto é um pouco diferente, já que você espera uma resposta da outra pessoa. De vez em quando a resposta não são aquelas doces palavras que você quer tanto ouvir. Talvez eu tenha apredido isso também; então, ao envez de fugir, chorar, me lamentar, eu vou me erguer, crescer e manter minha mente aberta para tudo que eu achar valer a pena; e algumas besteirinhas.Marcadores: amigos, desabafo, metas
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